Bienal @ NYC

Tam Tran

Josh Brand

David Adamo

Roland Flexner

Babette Mangolte

2010. Este é o nome da 75ª Bienal do Whitney Museum de Nova York. A razão para tal título é que a mostra pretende fugir de qualquer análise sobre o panorama político, social ou cultural. É isso: pelo próprio nome da mostra, podemos supor que 2010 fala sobre o tempo. Sobre o futuro e o passado, e, sobretudo, sobre o presente.

Suzan Frecon

Charles Ray

George Condo

Os curadores Francesco Bonami e Gary Carrión-Murayari buscaram selecionar trabalhos que pudessem sugerir possibilidades distintas para a ansiedade e o otimismo da contemporaneidade.  No total são 55 artistas. O foco de muitos deles é pensar em potenciais espaços de encontros entre pessoas de diferentes comunidades, buscando uma coletividade. O contraponto são trabalhos que sugerem um olhar formal da história da arte, principalmente o abstracionismo com o objetivo de reciclar o caráter social da abstração.

Vale ficar atento ao trabalho dedicado ao tempo e suas influências sobre “hoje”: trata-se de Collecting Biennials, instalação desenhada com trabalhos pertencentes ao acervo do museu e feita por artistas desconhecidos em conjunto com nomes já expostos em antigas Bienais. Dá uma olhada!

Ari Marcopoulos

Robert Williams

Storm Tharp