O Luxo em Todas Suas Formas

Reinterpretar algumas situações cotidianas de forma inusitada talvez seja a maior arma que um artista plástico deve ter. E nada nos chamou mais atenção ao conhecer o trabalho do sueco Jean-Louis von Dardel e suas novas possibilidades de luxo. Em especial as duas obras que acontecem nos banheiros, tornando os momentos íntimos verdadeiros tronos! Conheça mais do trabalho multifacetado de Jean-Louis aqui.

Bom dia!

SP Arte 2011

 

MARQUE NA AGENDA !
A SP-Arte/2011, a maior feira internacional de galerias de arte do Brasil, começa hoje e vai até dia 15 de maio, mais uma vez no Pavilhão da Bienal, no Parque do Ibirapuera. Não deixe para depois, são apenas 3 dias de exposição.

Além da exposição, é possível participar das Mesas Redondas que acontecem durante os três dias no Auditório Lina Bo Bardi | MAM. Saiba mais:

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Relicário

Flor Morrendo_1998

Que a gente adora o Vik Muniz não é segredo nenhum. Lembram das camisetas do nosso sorteio? A boa nova é pra quem está em São Paulo e também é fã do artista plástico brasileiro.

Foi inaugurada ontem a exposição Relicário, no Instituto Tomie Ohtake. A partir de hoje a mostra que reúne trinta objetos é aberta ao público. Essa é a sua chance de conhecer alguns trabalhos do começo da carreira do Vik, de 20 anos atras.

“Interessa-me espaços onde a lógica e o senso comum falham, criando oportunidade ao público para novas experiências” – Vik Muniz

Sonhando acordada

Tá de malas prontas para Paris? Sorte sua! A talentosíssima Maia Flore está exibindo sua série de maior sucesso Sleep Elevations” no Festival Circulations que acontece na Gallery Côté Seine.

Maia é uma fotógrafa francesa super jovem e que deixa qualquer um sonhando acordado com seu olhar delicado. As fotos, além de transmitirem uma leveza sensacional, nos deixam com inspiração de sobra!

Não deixe de incluir no seu roteiroConfira o trabalho da Maia ao vivo na Gallery Côté Seine, em exibição até dia 20 de março.

A “nossa” verdade

Há oportunidades na vida que não acontecem duas vezes, sabemos bem disso, não é mesmo? Em Paris, atualmente, é possível a gente se deparar com uma delas: a última montagem do artista francês Christian Boltanski, no programa Monumenta 2010, com curadoria de Catherine Grenier, no Grand Palais.

Trata-se de um site-specifc (leia-se uma instalação visual e sonora bastante impactante) chamado Personne (em Português significa “pessoa” ou “ninguém”).

O tempo e a memória são as bases do trabalho. Há um monte de roupas organizados em quarteirões, como os de um cemitério (ui!). O som é de batimento cardíaco, que funciona como símbolo de vida (e cria indefinição no nosso inconsciente). Ali, o espectador é obrigado a lidar com imagens de memórias desconhecidas (as roupas); e é justamente aí que dá certo a conexão entre a pessoa e os objetos em exibição, entendeu? É poderoso.

“A arte representa uma mentira que revela uma verdade, não uma verdade pessoal, mas uma verdade geral exemplar. Não é a verdade do ‘eu’, mas a essencial verdade do ‘nós’ “, citação da dobradinha artista-curadora Boltanski e Grenier.

Assista ao vídeo – vale cada segundo.

Bienal @ NYC

Tam Tran

Josh Brand

David Adamo

Roland Flexner

Babette Mangolte

2010. Este é o nome da 75ª Bienal do Whitney Museum de Nova York. A razão para tal título é que a mostra pretende fugir de qualquer análise sobre o panorama político, social ou cultural. É isso: pelo próprio nome da mostra, podemos supor que 2010 fala sobre o tempo. Sobre o futuro e o passado, e, sobretudo, sobre o presente.

Suzan Frecon

Charles Ray

George Condo

Os curadores Francesco Bonami e Gary Carrión-Murayari buscaram selecionar trabalhos que pudessem sugerir possibilidades distintas para a ansiedade e o otimismo da contemporaneidade.  No total são 55 artistas. O foco de muitos deles é pensar em potenciais espaços de encontros entre pessoas de diferentes comunidades, buscando uma coletividade. O contraponto são trabalhos que sugerem um olhar formal da história da arte, principalmente o abstracionismo com o objetivo de reciclar o caráter social da abstração.

Vale ficar atento ao trabalho dedicado ao tempo e suas influências sobre “hoje”: trata-se de Collecting Biennials, instalação desenhada com trabalhos pertencentes ao acervo do museu e feita por artistas desconhecidos em conjunto com nomes já expostos em antigas Bienais. Dá uma olhada!

Ari Marcopoulos

Robert Williams

Storm Tharp